domingo, 21 de dezembro de 2008

Dilma rousseff notícias.

Petrobras adia para janeiro anúncio do plano de investimento


Agência Brasil

RIO DE JANEIRO  - O Conselho Administrativo da Petrobras adiou para janeiro a aprovação do Plano Estratégico para o período de 2009-2012. Em nota oficial, a estatal afirma que “frente às incertezas e volatilidades dos diversos mercados, o Conselho deAdministração da Petrobras não chegou a uma decisão definitiva e voltará em janeiro a decidir sobre o plano”. A expectativa do mercado era de que o plano fosse aprovado na reunião desta sexta-feira (19), realizada em Brasília, e divulgado posteriormente à imprensa por meio de nota oficial.

A diretoria da Petrobras e os ministros que compõem o Conselho de Administração da estatal, entre eles a ministra-chefe da casa Civil da Presidência de República, Dilma Roussef e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, saíram da reunião sem dar qualquer declaração.

Alguns diretores da estatal, entre eles o de Abastecimento e Refino, Paulo Roberto Costa, já haviam
garantido que os investimentos não serão afetados e que, provavelmente, crescerão em relação aos US$ 112,4 bilhões, do Plano de Negócios 2008-2012, atualmente em vigor.

Na quinta-feira (18), em São Paulo, a ministra Dilma Rouseff informou que a estatal investiria cerca de R$ 40 bilhões em 2009 na área fora do pré-sal, o que é inferior em 20% aos cerca de R$ 50 bilhões que estão sendo investidos este ano.

sábado, 20 de dezembro de 2008

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/12/19/pre-candidatura-de-dilma-ainda-provisoria-diz-lula-587368029.asp

Pré-candidatura de Dilma ainda é provisória, diz Lula


Plantão | Publicada em 19/12/2008 às 14h21m



Reuters/Brasil Online
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BRASÍLIA (Reuters) - 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou na sexta-feira que, apesar de já ter feito diversas insinuações a respeito, ainda não se definiu sobre a indicação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para ser a candidata governista a sua sucessão em 2010.

Lula voltou a dizer que ainda não conversou com a ministra sobre o assunto e, embora não tenha citado nenhum outro aliado, disse que o PT conta com outros diversos potenciais candidatos.

"Quando eu sentar com ela, vai ser uma coisa definitiva", declarou o presidente durante um bem humorado café da manhã oferecido à imprensa, no Palácio do Planalto. "O que não falta é nome."

O presidente ressaltou que pretende evitar discutir a sucessão durante o ano que vem, quando privilegiará a inauguração de obras. Lula ressaltou que essa será uma oportunidade para a ministra se tornar conhecida pelos eleitores que ainda não sabem quem é a chefe da Casa Civil. Segundo pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta semana, Dilma não é conhecida por cerca de metade da população brasileira.

"A Dilma tem todo o tempo do mundo para ficar conhecida. Ela é uma pessoa extremamente gabaritada para a função (Presidência da República)", destacou na conversa, que durou cerca de uma hora e meia.

Para Lula, a antecipação do debate sobre a eleição de 2010 só interessa à oposição. "O governo não vai aceitar campanha no ano que vem", explicou.

CONGRESSO

Em relação à disputa pelas presidências do Congresso, o presidente fez críticas veladas ao PMDB do Senado, a quem acusou de "atirar para todo o lado", e à quantidade de candidatos governistas para a presidência da Câmara.

"O jogo estava dado. Todos ganharíamos com isso", disse, em referência às candidaturas do senador Tião Viana (PT-AC) e do deputado Michel Temer (PSDB-SP). "Se a gente pulverizar muito, a gente vai complicar a política."

Sobre a situação na Câmara, onde os governistas Aldo Rebelo (PCdoB-SP), Ciro Nogueira (PP-PI) e Osmar Serraglio (PMDB-PR) também tentarão conquistar a presidência, Lula foi além. "Não podemos incorrer no mesmo erro, quando a falta de bom senso causou a eleição do deputado Severino Cavalcanti", afirmou, recordando 2005, ano em que a falta de unidade da base possibilitou a eleição de um parlamentar mais ligado ao chamado baixo clero da Casa.

"O eleito tem que ter a respeitabilidade das pessoas que vai liderar", acrescentou.

Lula considera que a candidatura à reeleição de Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) à presidência do Senado é inconstitucional. A atual legislação proíbe que um parlamentar ocupe duas vezes a presidência de qualquer Casa na mesma legislatura. O peemedebista alega, no entanto, que seu atual mandato é tampão, devido à renúncia de Renan Calheiros (PMDB-AL) ao cargo . "Legalmente, ele não pode", disse Lula.

Em outro momento do café da manhã, Lula disse que não pretende se candidatar à presidência de novo em 2014, nem ao senado. O presidente descartou também a tentativa de um terceiro mandato: "Eu não trabalho com essa hipótese absurda."

"Ex-presidente tem que ter a dimensão do cargo que já exerceu. Não pode ficar disputando cargo", complementou.

O presidente aproveitou para alfinetar, de forma indireta, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Eu quero que o próximo presidente se dê melhor do que eu. Ex-presidente dará contribuição extraordinária se ficar quietinho, pois ex-presidente tem muito telhado de vidro."

Lula também comentou os resultados das pesquisas que apontam sua popularidade recorde. O presidente argumentou que não se deixa seduzir, pois, como já atingiu cerca de 80 por cento de aprovação, a maior probabilidade é que esse percentual caia nos próximos meses. "Se eu disser que sou insensível às pesquisas, vocês não precisam acreditar."

O presidente disse ser contrário ao aumento do número de vereadores, e revelou também que editará uma medida provisória para garantir os recursos do Fundo Soberano. Na quinta-feira, em razão da ausência de parlamentares da base aliada na sessão do Congresso, os governistas não conseguiram aprovar o projeto que garantia a transferência desse dinheiro.

Lula voltou a comentar a tentativa de um jornalista iraquiano acertar dois sapatos no presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e brincou com a possibilidade de que os presidentes passem a lançar sapatos contra os repórteres quando não gostarem das perguntas.

(Reportagem de Fernando Exman)

DILMA ROUSSEFF

Governo estuda medidas para desonerar investimento, diz Dilma Rousseff

SÃO PAULO, 19 de dezembro de 2008 - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem, em São Paulo, sem dar detalhes, que o governo está preparando medidas para desonerar os investimentos. Ela também revelou que a política monetária brasileira "será uma questão fundamental no próximo ano" para que o governo atinja a meta de 4% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Ao discursar para uma platéia de empresários, a ministra voltou a dizer que a redução dos juros é importante para que os investimentos se mantenham. "Tem que se reduzir o custo de capital para se poder manter a taxa de investimento".

A ministra disse que o governo está preocupado com o custo do dinheiro e sua conseqüência sobre o crédito. "O que eu quero dizer é que o governo está muito preocupado, por exemplo, com a questão dos spreads porque há uma seleção adversa do crédito quando você cobra taxas de juros muito altas", disse.

Sem citar o Banco Central, ela voltou a defender a redução na taxa de juros, diante de um novo panorama econômico mundial provocado pela crise financeira. Segundo Dilma, "a conjuntura econômica não é mais a mesma".

Dilma Rousseff afirmou que o governo tem tomado todas as medidas possíveis para retomar o crédito e reduzir o custo financeiro. "O governo vai usar de todos os recursos para que não haja falta de crédito para as empresas investirem e continuarem criando empregos", afirmou.

Segundo a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, apesar da atual crise econômica mundial ser "uma das mais profundas desde 1929", o Brasil tem condições de enfrentá-la e de aproveitar a situação para se posicionar melhor num momento de retomada, porque tem uma economia em expansão e com capacidade de crescimento.

As informações são da Agência Brasil.

(Redação - InvestNews)

[01:18] - 19/12/2008

Petrobras adia para janeiro anúncio do plano de investimento


Agência Brasil

RIO DE JANEIRO  - O Conselho Administrativo da Petrobras adiou para janeiro a aprovação do Plano Estratégico para o período de 2009-2012. Em nota oficial, a estatal afirma que “frente às incertezas e volatilidades dos diversos mercados, o Conselho deAdministração da Petrobras não chegou a uma decisão definitiva e voltará em janeiro a decidir sobre o plano”. A expectativa do mercado era de que o plano fosse aprovado na reunião desta sexta-feira (19), realizada em Brasília, e divulgado posteriormente à imprensa por meio de nota oficial.

A diretoria da Petrobras e os ministros que compõem o Conselho de Administração da estatal, entre eles a ministra-chefe da casa Civil da Presidência de República, Dilma Roussef e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, saíram da reunião sem dar qualquer declaração.

Alguns diretores da estatal, entre eles o de Abastecimento e Refino, Paulo Roberto Costa, já haviam
garantido que os investimentos não serão afetados e que, provavelmente, crescerão em relação aos US$ 112,4 bilhões, do Plano de Negócios 2008-2012, atualmente em vigor.

Na quinta-feira (18), em São Paulo, a ministra Dilma Rouseff informou que a estatal investiria cerca de R$ 40 bilhões em 2009 na área fora do pré-sal, o que é inferior em 20% aos cerca de R$ 50 bilhões que estão sendo investidos este ano.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

DILMA HOJE 17/12

Ministra considera emblemático caso de mulheres processadas por aborto

Apesar de admitir que não há muito o que a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) possa fazer em relação ao caso das mulheres que estão sendo processadas por aborto em Mato Grosso do Sul, a ministra-chefe da secretaria, Nilcéia Freire, destacou na terça-feira (16), pouco antes de receber o relatório apresentado por movimentos sociais sobre o caso, que essa situação é emblemática e uma oportunidade para ampliar a discussão sobre o assunto na sociedade.

“Deve ser para nós uma oportunidade de colocar essa discussão em um outro diapasão, que cabe ao Estado trabalhar, sem a interferência da questão religiosa, das convicções pessoais, porque nós temos que ter uma política de Estado que dê conta da questão do aborto no nosso país. A gente precisa discutir isso, e não vai ser com medidas criminalizantes, não vai ser com essa criminalização em massa, que se tenta fazer em Mato Grosso do Sul, que a gente vai poder avançar na sociedade brasileira com essa questão”, afirmou.

Nilcéia Freire também se posicionou contra a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o aborto, que pode ser criada na Câmara dos Deputados. Ela disse que o governo está trabalhando junto à bancada, para que os integrantes da CPI não sejam indicados.

“Se ela for instaurada, nós vamos trabalhar no sentido de que essa CPI não passe a ser um tribunal de exceção, não seja transformada na fogueira da inquisição, para queimar as mulheres moralmente, à medida em que não se pode mais jogá-las na fogueira fisicamente”, afirmou a ministra, lembrando a inquisição da Igreja Católica na Idade Média.

De acordo com Nilcéia Freire, uma das metas da SPM é justamente ampliar o acesso da população aos serviços públicos de saúde, que realizem o aborto previsto em lei – em casos de estupro e de risco de morte para a mãe -, evitando, assim, que as mulheres procurem clínicas clandestinas.

“Eu costumo dizer que a gente não deveria mais falar que o aborto é proibido no Brasil, a gente deveria dizer que o aborto é permitido em tais situações, para mudar um pouco o registro que a própria sociedade tem do aborto enquanto crime”, concluiu a ministra Nilcéia Freire.

 

Agência Brasil

Eleição presidencial de 2010

Serra amplia liderança para a disputa presidencial, segundo Datafolha

A pesquisa DataFolha indicou que o governador paulista José Serra (PSDB) aumentou sua vantagem para a eleição presidencial de 2010. A última pesquisa foi realizada em março. 

O governador de São Paulo está na frente na corrida precidencial com taxas que variam de 36% a 47%. Em seguida, o deputado Ciro Gomes (PSB), que caiu cinco a seis pontos. A ex-senadora Heloísa Helena se encontra no terceiro lugar, com 14%. A ministra da Casa Civil, Dilma Rouseff (PT) subiu cinco pontos, variando de 7 a 12%.

Se o mineiro Aécio Neves representar o partido tucano, Ciro lidera com 25%, seguido por Aécio (17%) e Heloísa Helena (19%), empatados tecnicamente. 

A pesquisa ouviu 3.486 pessoas com 16 anos ou mais em 180 municípios do país. A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Da redação do clicabrasilia.com.br, com agências